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Papéis do GestorSegundo Henry Mintzberg, um gestor desempenha, fundamentalmente três papéis: interpessoais, informacionais e decisionais. O primeiro entende o gestor enquanto líder de um grupo, perseverando as relações do grupo e a coordenação das actividades. Aqui, o gestor deve ser (a) figura de proa, o que implica genericamente o desempenho de funções de representação da organização; deve ser (b) líder através da interacção com os liderados, motivando e dirigindo o grupo; deve ainda ser (c) um elo de relações, o que significa o estabelecimento da rede de contactos, nomeadamente com o exterior da empresa. O segundo papel mostra que o gestor tem uma função de difusor de informações e valores aos subordinados e, por outro lado, tem também uma função de defensor, promotor e porta-voz. Por isso, deve ser (a) monitor, gerindo as informações que provêem do interior e exterior; (b) disseminador, que implica a transparência e transmissão das informações adquiridas; e (c) porta-voz, garantindo a transparência das informações da empresa para o exterior – planos, acções, resultados. O último papel está associado às tomadas de decisões dos gerentes, quando, por exemplo, tem de se enfrentar imprevistos. Por isso, é necessário ser (a) empreendedor e inovador, para impulsionar a mudança analisando oportunidades; (b) controlador de turbulências, assumindo a responsabilidade pelas acções correctivas; (c) afectador de recursos, controlando as pessoas, dinheiro, equipamento, tempo e planeamento; (d) negociador, participando nas contratações e negociações. Retirado de: http://prof.santana-e-silva.pt/gestao_de_empresas/trabalhos_05_06/ppt/Os%20Gestores%20e%20a%20Gest%C3%A3o.pdf Tendo isto, podemos retirar que um gestor deve ser um elo de ligação de todos as informações que circulam na empresa, e estar presente em todas elas. Deve por isso conseguir desdobrar-se em diversos papéis, o que pode ser conseguindo mais facilmente através de sistemas de cooperação e transparência com os subordinados, dando-lhes mais liberdade de abertura, conselhos que podemos apreender do vídeo abaixo (“Gestão de equipas de alto rendimento”). - sonialima Mar 21, 2012
10 Papéis do Gestor
Henry Mintzberg (1989), nos seus estudos publicados caracterizou os 10 diferentes papéis do gestor. Este o categorizou em três classes sendo elas interpessoais, informacionais e decisionais.Quando se refere ao papel interpessoal, o autor, caracteriza o gestor como figura de proa (fonte de inspiração de uma equipa); como líder (capacidade de gestão organizacional, pessoal e emocional); como elo de ligação (contacto com pessoas e informações num ambiente externo à organização). Em segundo lugar, retrata o papel informacional do gestor como monitor (analisa a informação que provêm do exterior ou do interior e tenta aplica-la no desenvolvimento da organização); como disseminador (capaz de transmitir as informações da forma mais clara e concreta possível); como porta-voz (informa com clareza as informações ao meio envolvente externo à empresa). Por fim apontou o papel decisional do gestor como empreendedor e inovador (criativo e inovador por forma a resolver problemas que surjam);como controlador de turbulências (solucionador de situações problemáticas e emocionais); como afectador de recursos (ser eficiente e eficaz no ponto de vista organizacional): como negociador (capacidade de negociar, contratar e comercializar).Nesta linha de pensamento de Mintsberg, entende-se que um gestor deve estar em sintonia com todos os elementos que constituem a empresa, sendo eles “materiais ou não”, de maneira a conseguir ligar/lidar (com) o meio envolvente externo e (com) a organização. - Tiagomachado Mar 24, 2012
10 Papéis do Gestor segundo Henry Mintzberg (1989)
Um gestor tem competências e capacidades que adquire ao longo da vida concomitantemente com os conhecimentos académicos adquiridos.Henry Mintzberg, renomado autor na área de tomada de decisões em administração, classifica os 10 papéis do gestor organizando em três categorias, Interpessoais, Informacionais e Decisionais. A 1ª categoria subdivide-se em Figura de proa, um elemento de referência para a organização; Líder, capacidade de organização, desempenho de várias funções e gestão do pessoal; e Elo de ligação, como ligação entre a empresa e o exterior, nomeadamente com clientes, e com as empresas através de parcerias, Estado e todo o tipo de serviços públicos. Em relação ao papel Informacional como Monitor através da adaptação de informação de meios ambientes, externos e internos, no seio da organização; Disseminador, ou seja, a transmissão da informação de forma concreta, eficaz e concisa; e Porta-voz delimitando a informação com clareza da empresa para o exterior. Para finalizar o papel Decisional, subdivide-se em Empreendedor e Inovador; Controlador de turbulências, capaz de responder a situações complicadas, imprevistos e situações emocionais complicadas; Afectador de recursos, desempenhar da melhor forma a sua actividade planeando bem o seu tempo e definir as suas prioridades; e Negociador no desempenho da função comercial, como essencial para o desenvolvimento económico da empresa.
Há as lideranças que podemos comparar com os búfalos: toda a manada segue incondicionalmente o búfalo líder e se este falhar ou deixar de existir a manada fica perdida e sem orientação. No caso dos gansos a situação é diferente: num voo de gansos não existe apenas um líder. Este papel vai sendo ocupado por todos os gansos do grupo e todos os elementos seguem da mesma forma cada um dos líderes. Não há desconexão, separação ou falta de obediência. Fazendo a analogia com as equipas pode dizer-se que tradicionalmente, estas, são geridas como búfalos. O líder é apenas uma figura que é seguida e acompanhada por todos os membros da equipa, seguindo as suas ideias, observações e considerações. Não há lugar à partilha de informação, de comando nem abertura para a equipa passar a ser gerida por “sangue novo”. As equipas que se equiparam aos gansos são mais capazes para acompanhar e enfrentar as mudanças da sociedade e das organizações, pois estão dispostas a aceitar novas ideias e desafios bem como, para partilhar a liderança com todos os seus colaboradores. Neste tipo de equipas há lugar para a motivação e satisfação pessoal e para o contributo individual de cada organização. Estas equipas, à partida, têm maior probabilidade de vingar e de se manterem activas, pois vão-se adaptando constantemente a novas realidades. Analisando todas as lições que podemos retirar deste vídeo, pode ainda dizer-se que quando os colaboradores partilham todos a mesma visão e um objectivo comum, é mais fácil “remar contra a corrente” e ultrapassar as dificuldades. Quando todos estão empenhados na mesma tarefa é mais fácil e motivador conseguir realizá-la com sucesso. O incentivo dos colegas de trabalho e do próprio líder, dito a tempo, ajuda a dar força e produz melhores benefícios para o indivíduo e consequentemente para as equipas, demostrando união e apoio. - AngelaPeixoto Mar 23, 2012
Voo dos Gansos Talvez os gansos consigam agir desta forma e por de lado todas as suas diferenças por serem irracionais! Os animais não conseguem, da mesma forma que nós, avaliar as suas diferenças, não havendo portanto problemas como racismo, ou até a ambição desmedida (ser o melhor, no matter how you get there). Os gansos demonstram grande sentido de companheirismo, respeito e entre-ajuda, fazendo destes aspectos as bases para o sucesso de toda a equipa, independentemente mesmo do líder que for - podemos reparar que há substituição do ganso que vai à frente do grupo. Este facto reforça a ideia de que não tem tanta importância o actor em si como o papel que este desempenha. É este papel que motiva o grupo e o orienta, sendo que o grupo também motiva o líder. Será este feedback provavelmente a chave-mágica do grupo (?) - todos caminham no mesmo sentido. - todas estas observações que se têm vindo a fazer levam a um consenso: a união faz a força! - sonialima Mar 11, 2012
Que liderança há entre os gansos?
:)
Veja e responda Você mesmo !
Voo dos Gansos Da observação deste PowerPoint a lição que retiramos, sem margem de dúvida, é que a “A UNIÃO FAZ A FORÇA”. Numa primeira abordagem, repara-se que os gansos funcionam em total sintonia pois o esforço, o desgaste, a dedicação e a liderança é assumido por todos durante toda a viagem. Desta forma, apercebe-se que este animal tem formas de relacionamento, de gestão, de fidelidade e solidariedade incomparáveis que lhe permite não só ter força nas dificuldades mas também a ambição de mais e melhor nos desafios. No que toca à Gestão, nomeadamente, às equipas semelhantes aos gansos são profissionais com aptidão para enfrentar obstáculos, entendem a visão do próximo e da organização, compartilham as suas ideias, dão ânimo a quem os “representa” e são solidários e unidos. Todas estas afirmações conceptualizam a ideia de que “union exceed the impossible”, quero com isto dizer que todo é possível de alcançar se todos remar contra a mesma maré pois só assim o barco se mantém estável para chegar ao seu destino...
- Tiagomachado Mar 24, 2012 Os gansos organizam-se como uma equipa, é fundamental que nas empresas isto aconteça, ou seja, colocar de parte gostos pessoais, ou qualquer outro tipo de desconfiança como Racismo, Religião ou Etnia, o importante é o trabalho a realizar e a função a desempenhar.Nos países industrializados como França e Bélgica verifica-se esta doutrina, mas também na Alemanha e em Espanha, através da agricultura.No desempenho das nossas funções, temos ter uma relação de entreajuda de confiança e de proximidade entre todos, pois nunca se sabe quando será a nossa vez de precisar de ajuda, o voo dos gansos retrata bem este episódio quando um ganso adoece, ficam sempre alguns até que volte a voar ou até morrer. Por isso, corporativismo é fundamental dentro de qualquer organização. - GilGuerra Mar 27, 2012
Voo dos Gansos
O Voo dos Gansos é muito curioso, mas também muito complexo. Para que percebamos melhor existem duas explicações.
Em primeiro lugar, o voo em “V” faz com que os gansos poupem energia, haja um menor esforço, beneficiam do deslocamento de ar causado pelos outros gansos. Consequentemente, em voos de longa distância economizam energia considerável. Também, o facto de voarem dessa forma combatem a turbulência gerada pelas aves que vão na frente, por isso é que existe duas filas de cada lado do líder. Contudo, o líder não é beneficiado com a sua posição, pois ele não tem ninguém a sua frente para o proteger da turbulência, por isso é que a sua substituição é constante. Em segundo lugar, esta forma de voar proporciona aos elementos do grupo uma melhor visualização do deslocamento das várias aves. Caso contrário isso não seria possível. Contudo, este voo em “V” é favorável para os Gansos, mas para outras podem não ser, ou seja, tudo depende da personalidade de cada grupo ( informação recolhida em http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/classe-aves/voo-das-aves-3.php). Assim, como o voo dos gansos as empresas deviam tomar uma atitude e delinear um voo, pois voar em longas distâncias não é fácil e as turbulências são muitas. Então, o planeamento do “voo” faz com que a empresa economize na viagem. Posteriormente é necessário construir uma equipa e posicionar os elementos, pois com fileiras coesas consegue-se proteger a organização das ameaças externas. A posição do líder é bastante complexa e o seu desgaste físico e mental é ainda maior, naturalmente, é necessário a sua substituição, devido, a sua falta de inovação, falta de ideias para motivar o “plutão” (por exemplo). Também, outro fator importante é todos elementos da organização terem a capacidade de visualização, ou seja, terem a capacidade de conseguirem visualizar o movimento dos vários colaboradores. Com esta capacidade dada a todos os laboriosos faz com que a empresa seja unida – mais comunicação mais interação. Em suma, é necessário voar com coordenação e cooperação para que ninguém fique de fora e ninguém seja atingido. Questiono (-me): Será que voo dos gansos funciona em todas as aves ou reportando será que este estilo funciona em todas as empresas? A substituição do líder será assim tão fácil?
Ao observar esta lição de liderança do Steve Jobs, é possível perceber que numa organização o mais importante não é mandar fazer, mas deixar que os seus colaboradores façam livremente [em toda e qualquer organização, independentemente do sistema de produção???] . Não há uma imposição de ideias, nem de procedimentos, o mais importante é cada um mostrar a sua criatividade, implementá-la e fazer um bom trabalho. Cada colaborador é livre de opinar. O próprio líder aceita que erra, e está disposto a que um outro colaborador tenha ideias melhores do que as suas, e aceita-as, implementando-as. Este tipo de liderança rompe com os tradicionalismos e a ideia de que um líder é aquele que manda.
“ O seu tempo é limitado, portanto não o desperdice vivendo a vida de alguém. Não caia na armadilha do dogma – que é viver com os resultados dos pensamentos de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e intuição. ” Steve Jobs - AngelaPeixoto Mar 23, 2012
Steve Job (Apple)
O Steve Job foi um homem que nos ensinou a ser persistência. Pois, demostrou como não se desiste á primeira, mesmo quando os outros lhe tentavam retirar o seu acreditar. Ele teve a capacidade de passar por cima dos obstáculos e continuar em frente – lutando sempre pelo aquilo que acreditava, por isso, a sua posição na Apple. Uma Ser Humano de referência para os líderes, pois tinha a capacidade de fazer-se ouvir e de ser ouvido.
Consequentemente, demostrou ao Mundo como é liderar uma empresa de grande sucesso pela sua atitude. Como um bom ouvinte, com uma grande capacidade emocional e como grande capacidade de inovar, ou seja, projetou na Apple a sua personalidade. A sua família Apple transparecia satisfação no seu labor e ele também raiava isso nas suas apresentações públicas. O respeito pelos colaboradores, clientes e pela média foi um processo lento, mas valeu a pena. No meu ponto de vista, Steve Job passou a mensagem de que “é necessário construir a casa por baixo e não por cima”. Questiono (-me): Como é uma empresa consegue recuperar a morte de um líder carismático? Que posição o novo sessor terá que implantar? Como irá esse conseguir o respeito, a confiança e sobretudo evitar as comparações? - MartaCorreia Apr 12, 2012
Estamos perante um pequeno vídeo de uma palestra que tem como convidado o Dr. Sérgio Almeida, começa por falar-nos um pouco sobre liderança, e a explicar-nos que tem havido uma mudança de atitude relativamente a este assunto, segundo ele é possível mudar e evoluir, e passar a liderar em vez de chefiar. Sérgio Almeida refere-nos que este paradigma está a mudar, fruto das nossas necessidades, e que a liderança tem vindo a adaptar-se, e cada vez mais um líder é alguém que lidera pelo exemplo e não pelas palavras. Mais para a frente na palestra, explica o que é uma equipa de alto rendimento, e para isso recorre a um exemplo de uma fábrica de confecção de gravatas (equipa de 15 costureiras), explica-nos que na altura da Expo 98 estas aceitaram uma proposta que parecia impossível de se realizar, e que todas as restantes indústrias que receberam a mesma proposta tinham recusado. No entanto esta empresa após falar com os seus funcionários, aceitaram e para isso tiveram que mudar várias coisas, desde de fazer turnos, substituírem-se umas às outras, trocar de postos de trabalho, segundo ele fizeram o que uma equipa de alto rendimento faz. Apesar do pouco tempo que tinham, conseguiram mudar a produção de um momento para o outro e mesmo assim manter a qualidade, as funcionárias enfrentaram isto como um desafio e não como um problema. É um vídeo bastante interessante na minha opinião, que nos mostra que numa equipa são todos necessários e que devemos sempre acreditar no nosso potencial e incentivar sempre os outros. - Cristina_Pinto Feb 28, 2012 Este vídeo retrata a necessidade de uma mudança de paradigma no conceito de Liderança. Cada vez mais, torna-se impreterível que se abandone a antiga concepção de que líder é quem manda, quem chefia, quem põe os seus subordinados a realizar determinadas tarefas, adoptando uma posição onde mantêm a distância e não dão o exemplo aos seus colaboradores, para se passar a adoptar um conceito de líder, ou seja, uma pessoa que faça parte da equipa de trabalho, que motive, que peça para fazer, mas que também realize as actividades e seja assim, um ponto de união e uma figura a ter como um exemplo no seio da equipa. É preciso adoptar o conceito de "coaching". Quais são os riscos desta abordagem? Não há «coachers» péssimos, maus, medíocres, ou mesmo tão-só razoáveis? Não será muito caro dispor de um tratamento deveras personalizado?- jportela Mar 9, 2012
Este conceito pressupõe o desenvolvimento das pessoas na organização, de modo a ser possível alcançar as metas e os objectivos, não só da organização mas também dos próprios colaboradores, de modo desafiante e recompensador. Nesta abordagem, a motivação da equipa é um ponto fulcral e indispensável para o sucesso da organização. - AngelaPeixoto Mar 9, 2012
Respondendo às questões do Professor:
Penso que devem existir «coachers» que não correspondem à posição que deveriam desempenhar, acabando por usar os colaboradores como meio de atingir os seus objectivos individuais, em detrimento do colectivo. Colaboradores motivados são mais produtivos, criativos e empenhados, e estes factores podem ser benéficos para o líder, uma vez que tem pessoas que lhe permitem alcançar as suas metas. Vendo as coisas desse modo, podemos dizer que podem existir maus líderes. Mas será que se essas pessoas que são más, medíocres podem ser consideradas «coachers»? Para uma empresa pode ser dispendioso ter uma pessoa que exerça este tipo de liderança, mas ao mesmo tempo, um líder que seja capaz de motivar os seus colaboradores, de os fazer alcançar as metas e os objectivos da organização de forma mais eficiente acaba por trazer, mesmo que seja a longo prazo, um retorno económico que compensa o dinheiro despendido com o líder. Até posso referir o exemplo da Sonae Indústria: a empresa incentiva os colaboradores para darem as suas ideias daquilo que pode ser melhorado na empresa, em todas as áreas, e posteriormente e depois de analisadas, são implementadas na organização independentemente dos custos. E, como referiu um administrador da empresa: o dinheiro investido para implementar essas ideias é recuperada no melhoramento das actividades, das técnicas de produção e do impacto que tem na motivação dos colaboradores que viram as suas ideias implementadas. - AngelaPeixoto Mar 11, 2012
Video de uma sessão na Faculdade de Economia da U. Coimbra
Comentário - Gestão de Equipas de Alto Rendimento
O que se pode retirar deste vídeo serão informações acerca de como lidar com uma equipa de alto rendimento, ou como tornar/criar uma equipa de alto rendimento. Segundo as palavras de Sérgio Almeida, "é possível mudar, é possível evoluir", e isto não se aplica, claramente, só aos colaboradores mas também e sobretudo aos líderes das equipas. Também estes precisam de desenvolver as suas soft skills para conseguir encontrar a melhor forma de liderar e adaptar um certo perfil para um certo grupo, fazendo com que esse mesmo grupo desenvolva também as suas (soft skills). E só desta forma se conseguirá perceber que para conseguir criar uma equipa de alto rendimento, o exemplo deve vir de cima, como também é referido no vídeo. Por outras palavras, o líder tem de ser o primeiro a dar os passos no caminho certo, para que os liderados sigam o caminho ("o exemplo vem de cima") e é necessário abandonar a atitude de "olha para o que eu digo, não para o que eu faço", pelo menos se o objectivo for obter uma equipa aberta, atenta, desafiadora e competitiva. Todos estes factos indicam então outro aspecto curioso acerca das equipas de alto rendimento: a liderança e a equipa acabam por se confundir - isto acontece porque o líder não é aquele que dá ordens, mas o que ajuda a encontrar caminhos e está disposto a ouvir opiniões pois, novamente como já referi antes, as boas ideias não vêm necessariamente de cima. Outro dos aspectos para que nos alerta Sérgio Almeida é que uma das dimensões essenciais numa equipa de alto é a polivalência e a atitude desafiadora, factos que podemos retirar do exemplo da empresa do Sr. António (produtor de gravatas). É preciso compreender que ninguém numa empresa, nem em nenhum cargo, é insubstituível, e que por haver um elemento num grupo que preencha na perfeição todos os requisitos necessários para desempenhar o seu papel, deve haver alguém que possa "calçar os seus sapatos", melhor ou pior, mas deve haver sempre um outro elemento com essas características, para não haver quebras ou falhas caso o primeiro elemento falhe. Consequentemente, a implicação que nos trás este facto é que as mudanças devem ser encaradas "como oportunidades e não como problemas", pois pode ser do maior desafio/problema/percalço que a empresa terá o seu momento de reflexão e desenvolvimento. Para concluir, pode-se reflectir acerca de que uma equipa é composta por um certo grupo de elementos, uns melhores numas áreas, outros noutras, e por um líder que deve fazer parte integrante, pois todos eles têm a sua porção de contribuição para o desenvolvimento, e só assim se podem abrir portas também para o auto-desenvolvimento desses mesmos elementos, acreditando no potencial e no valor de cada um – “falhar não implica perder o valor”. - "sejam os gansos selvagens" (Sérgio Almeida) - sonialima Mar 21, 2012
Steve Jobs discursa...
Vale a pena ler com atenção... tem algumas passagens inspiradoras que merecem a nossa reflexão... sobre a vida, o trabalho, o despedimento/os percalços da vida, o amor, a morte, a saúde e a doença, as grandes e pequenas opções da nossa vida, o medo, o orgulho, a opinião dos outros...
S. Jobs A avaliar pelo discurso consegue perceber-se as motivações deste grande empreendedor: o amor ao ofício. Realmente, se pensarmos bem, como ele próprio refere, a maior parte do tempo das nossas vidas irá ser passado a trabalhar, por isso, vale realmente a pena gostar daquilo que fazemos para acordar todos os dias e poder ter prazer em levantar sabendo que vamos passar o dia a trabalhar. Neste sentido, Steve Jobs faz acreditar que o trabalho não precisa de ser aborrecido, nem se deve fazer por obrigação, mas sim por gosto! Ele mostra que todas as decisões e/ou contratempos que possamos ter ao longo das nossas vidas acabarão, mais tarde, por se transformar em oportunidades que podem fazer transformações e trazer coisas boas. Ler um discurso como este dá vontade de perseguir os sonhos. Afinal, a moral da história é: apoia-te naquilo que amas e vive isso com intensidade, só dessa forma conseguirás alcançar sucesso e felicidade ao mesmo tempo. Um dos grandes conselhos que podemos retirar daqui, mesmo que por entrelinhas, é que se gostarmos de alguma coisa, se nos parecer interessante e nos suscitar curiosidade de saber mais sobre isso, não devemos desistir pois na hora pode parecer-nos até inútil mas só mais tarde é que nos vamos aperceber do fundamento disso, e vamos dar valor ao facto de termos estudado - conhecimento não ocupa espaço! "Stay Hungry. Stay Foolish." - sonialima Mar 6, 2012
Steve Jobs A leitura/análise deste grande líder, demonstra a força, dedicação e paixão deste homem no desempenho da sua actividade laborar. Desde o início, dos seus “pequenos” trabalhos até ao nível mundial que atingiu esta [ ? ] marca. No vídeo sobre Steve Jobs, um dos aspectos diferenciadores desta [ ? ] empresa perante as outras, é a forma de organização e funcionamento como uma startup, como é possível uma empresa desta dimensão estar organizada como um startup?, é realmente interessante e pode ser uma das soluções para o desenvolvimento das empresa/organizações com dificuldades. Demonstra a criatividade destes colaboradores perante o seu trabalho, de modo a desenvolver grandes projectos através de modos de organização simples e eficazes. Umas das lições que retiramos deste discurso, é que podemos liderar de uma forma eficiente, sem necessidade de elaboração de grandes planos estruturais tal como divisão departamental (departamento de Recursos Humanos, dep. Financeiro, dep. Marketing….), mas sim, de forma a definir tarefas específicas para o desempenho de cada colaborador naquilo em que ele é realmente muito bom, ou seja, especialização de tarefas. Um dos aspectos relevantes nesta análise, é a confiança em todos os colaboradores, sem precisar de supervisão, o que provoca um clima agradável de trabalho, maior tempo para desempenhar outras tarefas, confiança no desempenho de prazos previstos sem ter de pressionar ou ser pressionado, basicamente sendo uma família dentro da organização. Inovar constantemente, como podemos verificar através da evolução progressiva desta empresa, com novos produtos novos mercados novas perspectivas de visão de mercado com implementação de ideias de sucesso e de evolução financeira e económica contribuindo para um mundo melhor ao nível social e tecnológico. - GilGuerra Mar 17, 2012
Os documentos podem ser aqui colocados por qualquer participante no wiki.
Esperam-se comentários a cada doc., claro.
Effective Team Work & Collaboration
http://www.youtube.com/watch?v=NsndhCQ5hRY&feature=relatedPapéis do GestorSegundo Henry Mintzberg, um gestor desempenha, fundamentalmente três papéis: interpessoais, informacionais e decisionais. O primeiro entende o gestor enquanto líder de um grupo, perseverando as relações do grupo e a coordenação das actividades. Aqui, o gestor deve ser (a) figura de proa, o que implica genericamente o desempenho de funções de representação da organização; deve ser (b) líder através da interacção com os liderados, motivando e dirigindo o grupo; deve ainda ser (c) um elo de relações, o que significa o estabelecimento da rede de contactos, nomeadamente com o exterior da empresa. O segundo papel mostra que o gestor tem uma função de difusor de informações e valores aos subordinados e, por outro lado, tem também uma função de defensor, promotor e porta-voz. Por isso, deve ser (a) monitor, gerindo as informações que provêem do interior e exterior; (b) disseminador, que implica a transparência e transmissão das informações adquiridas; e (c) porta-voz, garantindo a transparência das informações da empresa para o exterior – planos, acções, resultados. O último papel está associado às tomadas de decisões dos gerentes, quando, por exemplo, tem de se enfrentar imprevistos. Por isso, é necessário ser (a) empreendedor e inovador, para impulsionar a mudança analisando oportunidades; (b) controlador de turbulências, assumindo a responsabilidade pelas acções correctivas; (c) afectador de recursos, controlando as pessoas, dinheiro, equipamento, tempo e planeamento; (d) negociador, participando nas contratações e negociações.
Retirado de: http://prof.santana-e-silva.pt/gestao_de_empresas/trabalhos_05_06/ppt/Os%20Gestores%20e%20a%20Gest%C3%A3o.pdf
Tendo isto, podemos retirar que um gestor deve ser um elo de ligação de todos as informações que circulam na empresa, e estar presente em todas elas. Deve por isso conseguir desdobrar-se em diversos papéis, o que pode ser conseguindo mais facilmente através de sistemas de cooperação e transparência com os subordinados, dando-lhes mais liberdade de abertura, conselhos que podemos apreender do vídeo abaixo (“Gestão de equipas de alto rendimento”).
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10 Papéis do Gestor
Henry Mintzberg (1989), nos seus estudos publicados caracterizou os 10 diferentes papéis do gestor. Este o categorizou em três classes sendo elas interpessoais, informacionais e decisionais.Quando se refere ao papel interpessoal, o autor, caracteriza o gestor como figura de proa (fonte de inspiração de uma equipa); como líder (capacidade de gestão organizacional, pessoal e emocional); como elo de ligação (contacto com pessoas e informações num ambiente externo à organização). Em segundo lugar, retrata o papel informacional do gestor como monitor (analisa a informação que provêm do exterior ou do interior e tenta aplica-la no desenvolvimento da organização); como disseminador (capaz de transmitir as informações da forma mais clara e concreta possível); como porta-voz (informa com clareza as informações ao meio envolvente externo à empresa). Por fim apontou o papel decisional do gestor como empreendedor e inovador (criativo e inovador por forma a resolver problemas que surjam);como controlador de turbulências (solucionador de situações problemáticas e emocionais); como afectador de recursos (ser eficiente e eficaz no ponto de vista organizacional): como negociador (capacidade de negociar, contratar e comercializar).Nesta linha de pensamento de Mintsberg, entende-se que um gestor deve estar em sintonia com todos os elementos que constituem a empresa, sendo eles “materiais ou não”, de maneira a conseguir ligar/lidar (com) o meio envolvente externo e (com) a organização.-
10 Papéis do Gestor segundo Henry Mintzberg (1989)
Um gestor tem competências e capacidades que adquire ao longo da vida concomitantemente com os conhecimentos académicos adquiridos.Henry Mintzberg, renomado autor na área de tomada de decisões em administração, classifica os 10 papéis do gestor organizando em três categorias, Interpessoais, Informacionais e Decisionais.
A 1ª categoria subdivide-se em Figura de proa, um elemento de referência para a organização; Líder, capacidade de organização, desempenho de várias funções e gestão do pessoal; e Elo de ligação, como ligação entre a empresa e o exterior, nomeadamente com clientes, e com as empresas através de parcerias, Estado e todo o tipo de serviços públicos. Em relação ao papel Informacional como Monitor através da adaptação de informação de meios ambientes, externos e internos, no seio da organização; Disseminador, ou seja, a transmissão da informação de forma concreta, eficaz e concisa; e Porta-voz delimitando a informação com clareza da empresa para o exterior. Para finalizar o papel Decisional, subdivide-se em Empreendedor e Inovador; Controlador de turbulências, capaz de responder a situações complicadas, imprevistos e situações emocionais complicadas; Afectador de recursos, desempenhar da melhor forma a sua actividade planeando bem o seu tempo e definir as suas prioridades; e Negociador no desempenho da função comercial, como essencial para o desenvolvimento económico da empresa.
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A liderança nos gansos:
Há as lideranças que podemos comparar com os búfalos: toda a manada segue incondicionalmente o búfalo líder e se este falhar ou deixar de existir a manada fica perdida e sem orientação. No caso dos gansos a situação é diferente: num voo de gansos não existe apenas um líder. Este papel vai sendo ocupado por todos os gansos do grupo e todos os elementos seguem da mesma forma cada um dos líderes. Não há desconexão, separação ou falta de obediência.Fazendo a analogia com as equipas pode dizer-se que tradicionalmente, estas, são geridas como búfalos. O líder é apenas uma figura que é seguida e acompanhada por todos os membros da equipa, seguindo as suas ideias, observações e considerações. Não há lugar à partilha de informação, de comando nem abertura para a equipa passar a ser gerida por “sangue novo”. As equipas que se equiparam aos gansos são mais capazes para acompanhar e enfrentar as mudanças da sociedade e das organizações, pois estão dispostas a aceitar novas ideias e desafios bem como, para partilhar a liderança com todos os seus colaboradores. Neste tipo de equipas há lugar para a motivação e satisfação pessoal e para o contributo individual de cada organização. Estas equipas, à partida, têm maior probabilidade de vingar e de se manterem activas, pois vão-se adaptando constantemente a novas realidades.
Analisando todas as lições que podemos retirar deste vídeo, pode ainda dizer-se que quando os colaboradores partilham todos a mesma visão e um objectivo comum, é mais fácil “remar contra a corrente” e ultrapassar as dificuldades. Quando todos estão empenhados na mesma tarefa é mais fácil e motivador conseguir realizá-la com sucesso. O incentivo dos colegas de trabalho e do próprio líder, dito a tempo, ajuda a dar força e produz melhores benefícios para o indivíduo e consequentemente para as equipas, demostrando união e apoio.
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Voo dos Gansos
Talvez os gansos consigam agir desta forma e por de lado todas as suas diferenças por serem irracionais! Os animais não conseguem, da mesma forma que nós, avaliar as suas diferenças, não havendo portanto problemas como racismo, ou até a ambição desmedida (ser o melhor, no matter how you get there). Os gansos demonstram grande sentido de companheirismo, respeito e entre-ajuda, fazendo destes aspectos as bases para o sucesso de toda a equipa, independentemente mesmo do líder que for - podemos reparar que há substituição do ganso que vai à frente do grupo. Este facto reforça a ideia de que não tem tanta importância o actor em si como o papel que este desempenha. É este papel que motiva o grupo e o orienta, sendo que o grupo também motiva o líder. Será este feedback provavelmente a chave-mágica do grupo (?) - todos caminham no mesmo sentido.
- todas estas observações que se têm vindo a fazer levam a um consenso: a união faz a força!
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Que liderança há entre os gansos?
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Veja e responda Você mesmo !
Voo dos Gansos
Da observação deste PowerPoint a lição que retiramos, sem margem de dúvida, é que a “A UNIÃO FAZ A FORÇA”.
Numa primeira abordagem, repara-se que os gansos funcionam em total sintonia pois o esforço, o desgaste, a dedicação e a liderança é assumido por todos durante toda a viagem. Desta forma, apercebe-se que este animal tem formas de relacionamento, de gestão, de fidelidade e solidariedade incomparáveis que lhe permite não só ter força nas dificuldades mas também a ambição de mais e melhor nos desafios. No que toca à Gestão, nomeadamente, às equipas semelhantes aos gansos são profissionais com aptidão para enfrentar obstáculos, entendem a visão do próximo e da organização, compartilham as suas ideias, dão ânimo a quem os “representa” e são solidários e unidos. Todas estas afirmações conceptualizam a ideia de que “union exceed the impossible”, quero com isto dizer que todo é possível de alcançar se todos remar contra a mesma maré pois só assim o barco se mantém estável para chegar ao seu destino...
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Os gansos organizam-se como uma equipa, é fundamental que nas empresas isto aconteça, ou seja, colocar de parte gostos pessoais, ou qualquer outro tipo de desconfiança como Racismo, Religião ou Etnia, o importante é o trabalho a realizar e a função a desempenhar.Nos países industrializados como França e Bélgica verifica-se esta doutrina, mas também na Alemanha e em Espanha, através da agricultura.No desempenho das nossas funções, temos ter uma relação de entreajuda de confiança e de proximidade entre todos, pois nunca se sabe quando será a nossa vez de precisar de ajuda, o voo dos gansos retrata bem este episódio quando um ganso adoece, ficam sempre alguns até que volte a voar ou até morrer. Por isso, corporativismo é fundamental dentro de qualquer organização.
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Voo dos Gansos
O Voo dos Gansos é muito curioso, mas também muito complexo. Para que percebamos melhor existem duas explicações.
Em primeiro lugar, o voo em “V” faz com que os gansos poupem energia, haja um menor esforço, beneficiam do deslocamento de ar causado pelos outros gansos. Consequentemente, em voos de longa distância economizam energia considerável. Também, o facto de voarem dessa forma combatem a turbulência gerada pelas aves que vão na frente, por isso é que existe duas filas de cada lado do líder. Contudo, o líder não é beneficiado com a sua posição, pois ele não tem ninguém a sua frente para o proteger da turbulência, por isso é que a sua substituição é constante. Em segundo lugar, esta forma de voar proporciona aos elementos do grupo uma melhor visualização do deslocamento das várias aves. Caso contrário isso não seria possível. Contudo, este voo em “V” é favorável para os Gansos, mas para outras podem não ser, ou seja, tudo depende da personalidade de cada grupo ( informação recolhida em http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/classe-aves/voo-das-aves-3.php).
Assim, como o voo dos gansos as empresas deviam tomar uma atitude e delinear um voo, pois voar em longas distâncias não é fácil e as turbulências são muitas. Então, o planeamento do “voo” faz com que a empresa economize na viagem. Posteriormente é necessário construir uma equipa e posicionar os elementos, pois com fileiras coesas consegue-se proteger a organização das ameaças externas. A posição do líder é bastante complexa e o seu desgaste físico e mental é ainda maior, naturalmente, é necessário a sua substituição, devido, a sua falta de inovação, falta de ideias para motivar o “plutão” (por exemplo). Também, outro fator importante é todos elementos da organização terem a capacidade de visualização, ou seja, terem a capacidade de conseguirem visualizar o movimento dos vários colaboradores. Com esta capacidade dada a todos os laboriosos faz com que a empresa seja unida – mais comunicação mais interação.
Em suma, é necessário voar com coordenação e cooperação para que ninguém fique de fora e ninguém seja atingido.
Questiono (-me): Será que voo dos gansos funciona em todas as aves ou reportando será que este estilo funciona em todas as empresas? A substituição do líder será assim tão fácil?
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Lecciones de Liderazgo de Steve Jobs (Apple)
http://www.youtube.com/watch?v=NO7QFnGK3qs&feature=related
Ao observar esta lição de liderança do Steve Jobs, é possível perceber que numa organização o mais importante não é mandar fazer, mas deixar que os seus colaboradores façam livremente [em toda e qualquer organização, independentemente do sistema de produção???] . Não há uma imposição de ideias, nem de procedimentos, o mais importante é cada um mostrar a sua criatividade, implementá-la e fazer um bom trabalho. Cada colaborador é livre de opinar. O próprio líder aceita que erra, e está disposto a que um outro colaborador tenha ideias melhores do que as suas, e aceita-as, implementando-as. Este tipo de liderança rompe com os tradicionalismos e a ideia de que um líder é aquele que manda.
“ O seu tempo é limitado, portanto não o desperdice vivendo a vida de alguém. Não caia na armadilha do dogma – que é viver com os resultados dos pensamentos de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e intuição. ” Steve Jobs
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Steve Job (Apple)
O Steve Job foi um homem que nos ensinou a ser persistência. Pois, demostrou como não se desiste á primeira, mesmo quando os outros lhe tentavam retirar o seu acreditar. Ele teve a capacidade de passar por cima dos obstáculos e continuar em frente – lutando sempre pelo aquilo que acreditava, por isso, a sua posição na Apple. Uma Ser Humano de referência para os líderes, pois tinha a capacidade de fazer-se ouvir e de ser ouvido.
Consequentemente, demostrou ao Mundo como é liderar uma empresa de grande sucesso pela sua atitude. Como um bom ouvinte, com uma grande capacidade emocional e como grande capacidade de inovar, ou seja, projetou na Apple a sua personalidade. A sua família Apple transparecia satisfação no seu labor e ele também raiava isso nas suas apresentações públicas. O respeito pelos colaboradores, clientes e pela média foi um processo lento, mas valeu a pena.
No meu ponto de vista, Steve Job passou a mensagem de que “é necessário construir a casa por baixo e não por cima”.
Questiono (-me): Como é uma empresa consegue recuperar a morte de um líder carismático? Que posição o novo sessor terá que implantar? Como irá esse conseguir o respeito, a confiança e sobretudo evitar as comparações?
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http://www.youtube.com/watch?v=6aY1sn8q2lI
Estamos perante um pequeno vídeo de uma palestra que tem como convidado o Dr. Sérgio Almeida, começa por falar-nos um pouco sobre liderança, e a explicar-nos que tem havido uma mudança de atitude relativamente a este assunto, segundo ele é possível mudar e evoluir, e passar a liderar em vez de chefiar.
Sérgio Almeida refere-nos que este paradigma está a mudar, fruto das nossas necessidades, e que a liderança tem vindo a adaptar-se, e cada vez mais um líder é alguém que lidera pelo exemplo e não pelas palavras.
Mais para a frente na palestra, explica o que é uma equipa de alto rendimento, e para isso recorre a um exemplo de uma fábrica de confecção de gravatas (equipa de 15 costureiras), explica-nos que na altura da Expo 98 estas aceitaram uma proposta que parecia impossível de se realizar, e que todas as restantes indústrias que receberam a mesma proposta tinham recusado.
No entanto esta empresa após falar com os seus funcionários, aceitaram e para isso tiveram que mudar várias coisas, desde de fazer turnos, substituírem-se umas às outras, trocar de postos de trabalho, segundo ele fizeram o que uma equipa de alto rendimento faz. Apesar do pouco tempo que tinham, conseguiram mudar a produção de um momento para o outro e mesmo assim manter a qualidade, as funcionárias enfrentaram isto como um desafio e não como um problema.
É um vídeo bastante interessante na minha opinião, que nos mostra que numa equipa são todos necessários e que devemos sempre acreditar no nosso potencial e incentivar sempre os outros.
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Este vídeo retrata a necessidade de uma mudança de paradigma no conceito de Liderança. Cada vez mais, torna-se impreterível que se abandone a antiga concepção de que líder é quem manda, quem chefia, quem põe os seus subordinados a realizar determinadas tarefas, adoptando uma posição onde mantêm a distância e não dão o exemplo aos seus colaboradores, para se passar a adoptar um conceito de líder, ou seja, uma pessoa que faça parte da equipa de trabalho, que motive, que peça para fazer, mas que também realize as actividades e seja assim, um ponto de união e uma figura a ter como um exemplo no seio da equipa. É preciso adoptar o conceito de "coaching". Quais são os riscos desta abordagem? Não há «coachers» péssimos, maus, medíocres, ou mesmo tão-só razoáveis? Não será muito caro dispor de um tratamento deveras personalizado?-
Este conceito pressupõe o desenvolvimento das pessoas na organização, de modo a ser possível alcançar as metas e os objectivos, não só da organização mas também dos próprios colaboradores, de modo desafiante e recompensador. Nesta abordagem, a motivação da equipa é um ponto fulcral e indispensável para o sucesso da organização. -
Respondendo às questões do Professor:
Penso que devem existir «coachers» que não correspondem à posição que deveriam desempenhar, acabando por usar os colaboradores como meio de atingir os seus objectivos individuais, em detrimento do colectivo. Colaboradores motivados são mais produtivos, criativos e empenhados, e estes factores podem ser benéficos para o líder, uma vez que tem pessoas que lhe permitem alcançar as suas metas. Vendo as coisas desse modo, podemos dizer que podem existir maus líderes. Mas será que se essas pessoas que são más, medíocres podem ser consideradas «coachers»? Para uma empresa pode ser dispendioso ter uma pessoa que exerça este tipo de liderança, mas ao mesmo tempo, um líder que seja capaz de motivar os seus colaboradores, de os fazer alcançar as metas e os objectivos da organização de forma mais eficiente acaba por trazer, mesmo que seja a longo prazo, um retorno económico que compensa o dinheiro despendido com o líder. Até posso referir o exemplo da Sonae Indústria: a empresa incentiva os colaboradores para darem as suas ideias daquilo que pode ser melhorado na empresa, em todas as áreas, e posteriormente e depois de analisadas, são implementadas na organização independentemente dos custos. E, como referiu um administrador da empresa: o dinheiro investido para implementar essas ideias é recuperada no melhoramento das actividades, das técnicas de produção e do impacto que tem na motivação dos colaboradores que viram as suas ideias implementadas.
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Video de uma sessão na Faculdade de Economia da U. Coimbra
Comentário - Gestão de Equipas de Alto Rendimento
O que se pode retirar deste vídeo serão informações acerca de como lidar com uma equipa de alto rendimento, ou como tornar/criar uma equipa de alto rendimento. Segundo as palavras de Sérgio Almeida, "é possível mudar, é possível evoluir", e isto não se aplica, claramente, só aos colaboradores mas também e sobretudo aos líderes das equipas. Também estes precisam de desenvolver as suas soft skills para conseguir encontrar a melhor forma de liderar e adaptar um certo perfil para um certo grupo, fazendo com que esse mesmo grupo desenvolva também as suas (soft skills). E só desta forma se conseguirá perceber que para conseguir criar uma equipa de alto rendimento, o exemplo deve vir de cima, como também é referido no vídeo. Por outras palavras, o líder tem de ser o primeiro a dar os passos no caminho certo, para que os liderados sigam o caminho ("o exemplo vem de cima") e é necessário abandonar a atitude de "olha para o que eu digo, não para o que eu faço", pelo menos se o objectivo for obter uma equipa aberta, atenta, desafiadora e competitiva.
Todos estes factos indicam então outro aspecto curioso acerca das equipas de alto rendimento: a liderança e a equipa acabam por se confundir - isto acontece porque o líder não é aquele que dá ordens, mas o que ajuda a encontrar caminhos e está disposto a ouvir opiniões pois, novamente como já referi antes, as boas ideias não vêm necessariamente de cima.
Outro dos aspectos para que nos alerta Sérgio Almeida é que uma das dimensões essenciais numa equipa de alto é a polivalência e a atitude desafiadora, factos que podemos retirar do exemplo da empresa do Sr. António (produtor de gravatas). É preciso compreender que ninguém numa empresa, nem em nenhum cargo, é insubstituível, e que por haver um elemento num grupo que preencha na perfeição todos os requisitos necessários para desempenhar o seu papel, deve haver alguém que possa "calçar os seus sapatos", melhor ou pior, mas deve haver sempre um outro elemento com essas características, para não haver quebras ou falhas caso o primeiro elemento falhe. Consequentemente, a implicação que nos trás este facto é que as mudanças devem ser encaradas "como oportunidades e não como problemas", pois pode ser do maior desafio/problema/percalço que a empresa terá o seu momento de reflexão e desenvolvimento.
Para concluir, pode-se reflectir acerca de que uma equipa é composta por um certo grupo de elementos, uns melhores numas áreas, outros noutras, e por um líder que deve fazer parte integrante, pois todos eles têm a sua porção de contribuição para o desenvolvimento, e só assim se podem abrir portas também para o auto-desenvolvimento desses mesmos elementos, acreditando no potencial e no valor de cada um – “falhar não implica perder o valor”.
- "sejam os gansos selvagens" (Sérgio Almeida)
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Steve Jobs discursa...
Vale a pena ler com atenção... tem algumas passagens inspiradoras que merecem a nossa reflexão... sobre a vida, o trabalho, o despedimento/os percalços da vida, o amor, a morte, a saúde e a doença, as grandes e pequenas opções da nossa vida, o medo, o orgulho, a opinião dos outros...
http://news.stanford.edu/news/2005/june15/jobs-061505.html
S. Jobs
A avaliar pelo discurso consegue perceber-se as motivações deste grande empreendedor: o amor ao ofício. Realmente, se pensarmos bem, como ele próprio refere, a maior parte do tempo das nossas vidas irá ser passado a trabalhar, por isso, vale realmente a pena gostar daquilo que fazemos para acordar todos os dias e poder ter prazer em levantar sabendo que vamos passar o dia a trabalhar. Neste sentido, Steve Jobs faz acreditar que o trabalho não precisa de ser aborrecido, nem se deve fazer por obrigação, mas sim por gosto! Ele mostra que todas as decisões e/ou contratempos que possamos ter ao longo das nossas vidas acabarão, mais tarde, por se transformar em oportunidades que podem fazer transformações e trazer coisas boas.
Ler um discurso como este dá vontade de perseguir os sonhos. Afinal, a moral da história é: apoia-te naquilo que amas e vive isso com intensidade, só dessa forma conseguirás alcançar sucesso e felicidade ao mesmo tempo. Um dos grandes conselhos que podemos retirar daqui, mesmo que por entrelinhas, é que se gostarmos de alguma coisa, se nos parecer interessante e nos suscitar curiosidade de saber mais sobre isso, não devemos desistir pois na hora pode parecer-nos até inútil mas só mais tarde é que nos vamos aperceber do fundamento disso, e vamos dar valor ao facto de termos estudado - conhecimento não ocupa espaço!
"Stay Hungry. Stay Foolish."
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Steve Jobs
A leitura/análise deste grande líder, demonstra a força, dedicação e paixão deste homem no desempenho da sua actividade laborar. Desde o início, dos seus “pequenos” trabalhos até ao nível mundial que atingiu esta [ ? ] marca.
No vídeo sobre Steve Jobs, um dos aspectos diferenciadores desta [ ? ] empresa perante as outras, é a forma de organização e funcionamento como uma startup, como é possível uma empresa desta dimensão estar organizada como um startup?, é realmente interessante e pode ser uma das soluções para o desenvolvimento das empresa/organizações com dificuldades. Demonstra a criatividade destes colaboradores perante o seu trabalho, de modo a desenvolver grandes projectos através de modos de organização simples e eficazes. Umas das lições que retiramos deste discurso, é que podemos liderar de uma forma eficiente, sem necessidade de elaboração de grandes planos estruturais tal como divisão departamental (departamento de Recursos Humanos, dep. Financeiro, dep. Marketing….), mas sim, de forma a definir tarefas específicas para o desempenho de cada colaborador naquilo em que ele é realmente muito bom, ou seja, especialização de tarefas.
Um dos aspectos relevantes nesta análise, é a confiança em todos os colaboradores, sem precisar de supervisão, o que provoca um clima agradável de trabalho, maior tempo para desempenhar outras tarefas, confiança no desempenho de prazos previstos sem ter de pressionar ou ser pressionado, basicamente sendo uma família dentro da organização.
Inovar constantemente, como podemos verificar através da evolução progressiva desta empresa, com novos produtos novos mercados novas perspectivas de visão de mercado com implementação de ideias de sucesso e de evolução financeira e económica contribuindo para um mundo melhor ao nível social e tecnológico.
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